domingo, 30 de setembro de 2007

Ela precisava se divertir. Isso! de-ver-te-ir.
Nessa semana, buscou aproveitar todos os momentos, qualquer piada, ria, qualquer companhia aceitava, qualquer convite ia. qual-queria?
Um pouco de álcool, festa, assuntos!! Tragam-lhe mais assuntos! O tédio se via no cansaço que tentava evitar. Mais, Mais!! Chuva! Choveu. Pouco, se molhou pouco, um dia um poco-oco, e a casa que não chegava.
Ah! Meio-dia, tratou de jogar fora o sono, de não fazer muitos planos, mas continuar inves- t- indo.
Na primeira meia-hora, não sabia se arrumava a casa ou a cara. Ora um, ora outro, nenhuma diferença em nenhum dos dois. Sentou, abriu uma cerveja, colocou uma música. Se ajeitou. Arrumou a sala, o banheiro, a cozinha, a geladeira, fez a torrada, o tomate, a toalha na mesa, os petiscos, procurou os copos, os cds..
Na terceira meia-hora, telefone numa mão, celular na outra. sentou no sofá.
Na quarta meia-hora, discou o primeiro número, não atendeu.
Na quinta meia-hora, já tinha posto todos os temperos possíveis no caldo, decidiu picar alho. As mãos temperadas, o cabelo temperado, os olhos cansados e o copo de cerveja esquecido no canto.
Na sexta meia-hora, queria ir dormir, quando chegaram todos de uma vez.
Copos, bebidas, música, troca copo, pega bebida, outra música, isso é ali, o outro lá, quer isso? e aquilo? alho! queria, mas não podia dançar, tudo pesava, todos pés-ados. Sentou, encostou, fluiu e quando viu, dormiu..

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